30 de novembro de 2020

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NOVO RANKING BRASILEIRO. VAI FUNCIONAR?

3 min read

Hoje coloquei no site do Boliche Online toda a documentação referente ao novo ranking brasileiro, gentilmente enviada pelo Paulo Feijó, atleta e dirigente do Rio de Janeiro.

Quem quiser ver (e deve) o farto material, clique aqui …

Não se pode negar o trabalho gigantesco que foi desenvolvido, com uma base de dados e variáveis jamais utilizadas até então. Tecnicamente o resultado é admirável, porém (sempre há), tenho algumas críticas e comentários a fazer.

Esclareço, de antemão, que nada há de pessoal contra quer que seja, até porque admiro muito o Paulo, mesmo pelo pouco que sei das suas atividades relacionadas com o boliche brasileiro.

O principal ponto do qual discordo é o desprezo pelas médias conseguidas pelos atletas, priorizando a pontuação pelo novo método (“O ranking apenas por pontos, sem sequer a divulgação das médias, permite a fixação de um critério comparativo, o que afasta os problemas decorrentes das disputas em diferentes boliches, com óleos diversos.”). É difícil aceitar que os prêmios, os troféus e as medalhas sejam ganhas em razão da média do campeão, superior a dos demais, mas no momento de avaliação para o ranking … o que vale são pontos, conforme uma tabela complicadíssima.

Parece a reinvenção da roda, pois não se faz isso na Terra dos Kings Pins, os Estados Unidos.

Por que será que nós, com nossos limitados centros de boliche, com nosso limitadíssimo equipamento de condicionamento, com o nosso inexistente planejamento estrutural, temos que nos “preocupar” com isso? Não seria começar uma casa pelo telhado?

Qual o estímulo que um atleta tem em subir NOVENTA posições no ranking … se na prática isso significa que ele saiu do 275.o lugar para o 185.o? Quem é que fica feliz com isso?

Todo esse trabalho magnífico visa tão somente tentar sanar divergências históricas entre meia dúzia de três ou quatro. E não vai diminuir nem um pouco as chamas da fogueira das vaidades. Para 90% dos participantes (e pagantes) nada vai alterar.

Não estou dizendo que esse novo ranking não vale nada e deve ser ignorado, pelo contrário, ele deve ser utilizado sim, mas tão somente por aqueles que formam as seleções brasileiras. Isso, é claro, com uma firme e bem planejada estrutura de apoio.

A quase totalidade dos atletas participantes (podem pesquisar) norteia seus desempenhos pelas MÉDIAS tão somente, pouco importando em qual boliche conseguiram-nas.

Em vários (ou quase todos) esportes o que vale são as DIVISÕES … “sou da terceira e quero subir para a segunda” … “estou na primeira divisão e vou dar o meu melhor pra não sair mais dela” … e assim por diante.

A Federação Paulista, ao menos, fez um ranking experimental com DIVISÕES por MÉDIAS, sem se preocupar se o campeonato foi disputado na lua cheia ou minguante. Vamos ver até onde consegue levar essa iniciativa.

No futebol os times temem o descenso e almejam sempre ascender ao patamar mais elevado. No basquete é assim. Até nas escolas de samba.

Por que não no boliche, que tem sua avaliação na forma objetiva da simples contagem dos pinos derrubados?

0 thoughts on “NOVO RANKING BRASILEIRO. VAI FUNCIONAR?

  1. Olá Bira,

    Sobre este novo ranking brasileiro, percebi claramente que não vale a pena jogar torneios em um boliche diferente do jogado pela primeira divisão. Estaremos gastando dinheiro e tempo em vão, pois a pontuação final obtida será ridícula.

    Com certeza será bem melhor não jogar, pois os atletas ainda dependerão não só do seu próprio resultado, mas terão que torcer bastante para que todos os seus adversários obtenham uma bela média para não serem completamente prejudicados,pois o que realmente importa é a média base do boliche. E ainda têm o descarte dos 5% melhores, para levar a média base para o fundo do poço…

    No resumo da ópera, jogar pela segunda ou terceira divisão em um boliche diferente do jogado pela primeira divisão,é fazer papel de bobo, pois a chance de evolução no ranking geral é praticamente nula para esses atletas secundários e terciários.

    Nada pessoal contra o autor do projeto, muito pelo contrário, pois é uma figura admirável na minha opinião, mas deixo uma pergunta no ar para os nossos dirigentes maiores:
    Será que todas as nuances dessa nova metodologia de cálculo foi percebida e entendida, quando da aprovação pela assembléia geral??

    Abraços,
    Márcio Gontijo

  2. Olá Márcio
    Esse é o ponto principal a ser analisado. A quem esse novo ranking vai interessar? Aos 95% dos pangarés participantes (sou um deles) ou aos 5% (talvez nem isso) que sempre estão na briga pelas convocações?
    aBIRAços

  3. Muita calma nessa hora!

    Temos que analizar com calma alguns aspectos dessa forma de fazer “rankeamento”. A FBRJ adota esse sistema há duas temporadas e pelo sim pelo não, vem dando certo.

    É claro que há os que criticam e acham que qualquer ranking deve ser só pela média do atleta. Tem atleta que diz que é apenas “Clube de Milhagem”, frase essa com qual eu discordo.

    Os parâmetros que compõem o Ranking por Pontos são muitos e vão retratar o “status quo” do atleta de forma mais fiel possível.

    Jogamos durante o ano em 5-6 boliches diferentes; SP – Dragon Center e Planet, MG – Cosmic e Del Rey, RJ – Casa Bowling, Barra Bowling e Norte Bowling, BA – Aeroclube. Todos esses Boliches tem distinção entre si, sendo um boliche super dificil e um é o mais limpo e fácil de jogar. Em alguns centros temos máquina de gel e na maioria é óleo com características fisico quimicas distintas.

    Alguns padrões de óleo são considerados “óleo baba” e outros são considerados dificeis porque são instáveis e a pista muda repentinamente. Estes fatores todos vão determinar, no final do dia, qual é a média do atleta em termos de pin fall. Fazer um ranking apenas por média do atleta é, na minha opinião, um erro que não vai refletir a realidade tecnica de um grupo de atletas que compõem o ranking.

    O ranking por pontos, traduz a realidade de um atleta naquele momento porque leva em conta diversos outros fatores alem da média obtida em determinado torneio. Não esqueçam que nessa média está embutida nos pontos atribuidos ao atleta para aquele evento. Do lado direito da tabela, vem os ultimos torneios de cada atleta, com as respectivas médias. No Fundamento das Novas Regras, Pontos 2 e 3 há as explanações corretíssimas que justifiquem a Ranking por Pontos.

    Quem joga melhor? O atleta que não viaja, só joga em “casa” no óleo “baba” e tem a média irreal de 195, ou o atleta que viaja e tem média 192, tendo jogado no Cosmic com óleo longo-óleo curto no mesmo par de pistas?

    Márcio, as razões para não viajar e jogar taças se justificam apartir do momento em que as federações das referidas taças dão preferência para os atletas que não viajam e os coloca nas divisões com base no Ranking local. O Dirigente se jusitifica dizendo que “fulano” tá naquela divisão porque tem 200 de média na federação, ou antão diz: “Ah, mas aqui é por média e se não jogou nenhum torneio da CBBOL, a gente aplica o Ranking Local”. Aí Márcio, você vai lembrar daquele torneio na Bahia onde o calor excessivo secou a pista na terceira linha e você não levou o material adequado para aquelas condições e bateu 165 de média no ultimo dia, e ferrou a sua média.

    O Ranking por pontos vem a nivelar a todos os atletas que compõem a base da CBBOL. Ainda acho que deve ser obrigado a adotar esse ranking para a distribuição dos atletas nas divisões dos eventos, especialmente as taças, acabando assim com o favorecimento aos atletas que não prestigiam a CBBOL e não viajam. Se a federação local tem que aplicar o Ranking Local, que reduza em 20% a média e depois aplique a multiplicação de ponto base.

    Não esqueça que boliche é momento, e muitas vezes um atleta começa o ano jogando muito bem e no segundo semestre a média cai, por diversos fatores. Quando você convoca uma seleção de uma federação vai querer convocar os que estão jogando bem naquele momento. Ou você convoca aquele atleta que no inicio do ano bateu 210 de média num torneio festivo, óleo coroa 38 pés com bloqueio na 3.a tábua, mas que no torneio Individual bateu 180 de média no oleo longo 42 pés com 25ml de altura, de tábua á tábua?

    O Ranking por Pontos evita que o atleta possa “se esconder”, ou seja, aquele que bate 210 naquele torneio “baba” e some do boliche por 3 meses. Pois ele sabe que ninguem vai mexer naqueles 210 e com os patterns mais difíceis ninguém vai passar ele no ranking por média. Aí quando vai para um condicionamento mais dificil, o malaco manda 175 de média.

    Abraços

  4. Bira, o Ranking por pontos beneficia os que viajam. Beneficia o “panga” que compõe a base da CBBOL. Pode ter certeza de que os atletas de ponta vão ter que abrir o olho porque esse sistema de ranking é BEM mais democrático do que aquele por média apenas. A decisão por vaga de convocação será por casa decimal de pontos.

  5. Não entendi muito bem este novo ranking. Pelo ranking anterior eu estava na 57º posição e agora estou na 87º posição. Porque baixei 30 posições se eu tenho 4 eventos e pessoas com apenas 1 evento ganharam posições ficando melhores colocados que eu.
    Se o ranking é por pontos como é possivel alguem com apenas um evento estar na frente de um com 4 eventos.
    Alguém poderia me explicar como é possivel isto?

  6. Amigos,
    Acho que tenho a responsabilidade de prestar alguns esclarecimentos.
    Certamente ao sugerir o novo ranking não tive a intenção de criar algo perfeito, e a idéia de divulgar (estou recebendo algumas criticas pela divulgação) foi justamente de levar o assunto a debate. Acho que precisamos disto no boliche.
    Destaco apenas que as sugestões se baseiam em críticas que tenho ouvido ao longo de anos no boliche (com uma pequena interrupção de 8 anos, já se vão mais de 20 anos de boliche, e as críticas são sempre as mesmas), e procurei, antes de estabelecer um critério, definir o que este critério deveria atender, ou seja, os princípios, e a partir daí fui estabelecendo as regras, logo, tentarei responder a todos os questionamentos, seja para concordar ou discordar, mas pretendo responder de forma fundamentada. Da mesma forma espero que as críticas e sugestões também o sejam.

    1. Há uma frase de Rui Barbosa que diz que “igualdade é tratar desigualmente os desiguais na medida de suas desigualdades”, ou seja, aplicando ao boliche (e acho que quando Rui disse isso não pensava em boliche) significa dizer, como o Soren já falou, que não podemos usar só a média pois seria dar tratamento igual a situações desiguais.
    Acho que adotar apenas a média para efeito de ranking seria um tiro no pé. As Federações passariam a adotar pattern único em suas Taças, obviamente para favorecer seus atletas. No Rio, por exemplo, quando adotamos óleo de liga as médias chegam facilmente a 220,00, e em torneios semanais, sem o aumento natural de uma Taça, onde as pessoas estão mais concentradas. Neste caso, aliás, o gel gera um aumento ainda maior das médias. Para os atletas do RJ seria ótimo já que, pelo que tenho visto, com óleo coroa o gel viabiliza médias melhores do que o óleo comum, pois não seca e as condições se mantém por mais tempo. Os que jogassem só aqui certamente atingiriam o topo do ranking, mas esta não é a intenção. Aliás seria o império dos canhotos. É só ver o resultado do Hammer Open, onde Renato Castellões e Celso Barata, mesmo com handicap, ganharam.
    Todos atletas do país teriam médias altas, o que seria psicologicamente muito bom, mas esportivamente não. Explico:
    Primeiro, se a CBBol adotar patterns diversos dos tipo “coroa” as médias dos eventos CBBol serão menores, ou seja, haverá uma inversão, os eventos mais importantes se tornarão os de menor importância e os resultados serão diversos dos das Taças.
    Segundo, nossas seleções serão convocadas com base em resultados de um tipo de óleo que não é o adotado em eventos internacionais, ou seja, há grande possibilidade de que todo o avanço que conseguimos em termos internacionais sejam dizimados. Jogaremos um boliche que só será jogado no Brasil.
    A grande dificuldade de um ranking brasileiro é, justamente, equilibrar a necessidade de apreciação técnica com o acolhimento da maior parte dos atletas. Não temos como ter dois rankings, um de médias e outro de pontos: qual seria utilizado para convocações? Qual seria utilizado para estabelecer as divisões de eventos? Criaríamos mais um problema, ou melhor, não resolveríamos nada. É melhor continuar como estava. Outra impossibilidade é a de termos dois tipos de evento, sempre teremos que conciliar os boliches.

    2. Quanto ao problema da média dos boliches, e da definição de pontos-base em boliches diversos considero o ponto mais difícil. Foi o que mais demorei a concluir. O critério adotado segue o seguinte conceito: definir a diferença de nível entre os atletas que jogaram em um e outro boliche. Acho que o critério adotado é adequado, ou o mais próximo possível disto.
    Entendo as ponderações do Márcio mas, por exemplo, joguei ano passado dois eventos que não no boliche da primeira divisão, e um deles incompleto (ou seja, tive depreciação de pontos), e mesmo com apenas cinco torneios disputados ainda estou por volta da 30ª posição, o que não é nada humilhante para um atleta de segunda divisão (o que me considero dentro da nossa realidade).
    O novo ranking traz algumas alternativas interessantes:
    a. O atleta que joga poucos eventos, ou que está ingressando no ranking, tem maiores possibilidades de galgar posições mais rapidamente pois acaba o favorecimento dos que apenas participam, ou seja, os que mais viajam ainda são prestigiados pela contagem integral dos pontos, mas os que jogam poucos torneios sofrem depreciação e são classificados de forma mais adequada. Ganha a apreciação técnica do ranking sem desprestigiar os que estão sempre presentes.
    b. Ao chegar a um nível médio o atleta realmente passa a ter mais dificuldade para atingir o topo, o que também parece razoável já que para marcar posição no topo do ranking o atleta deve demonstrar aptidão e consistência.
    Gostaria que todos analisassem com carinho o novo ranking e o que demonstra – vejamos só alguns exemplos:
    – Juliano Oliveira (RJ) – com o novo ranking chega quase ao topo mesmo sem todos eventos disputados. Há dúvida de que o Juliano fica melhor onde está do que em 20º ou 30º, onde estaria em um ranking de cinco eventos com um evento a menos?
    – Roberto Saito (SP) – entra no ranking já em 99º, o que é mais real do que em 178º (ranking antigo) ou 2º (se o ranking fosse só por médias).
    – Geraldo Couto (SP) – sobe muito nos dois rankings, mais no de convocações pois jogou a Taça SP. Não tenho dúvidas de que merece mais a posição em que está do que a que estava, e também não vejo qualquer distorção no novo posicionamento.
    Teríamos muitos outros exemplos, mas tomemos os dos que até agora se manifestaram, que também servem para boa análise:
    – Bira (SP) – sobe muitas posições pois tem apenas um evento disputado. Manter o Bira na posição em que estava é irreal (e há muitos casos parecidos), mas vejam que se continuar disputando apenas um evento por ano, ao longo do ano cairá de posição no ranking de convocações, que mede o momento, e seu resultado ficará desatualizado, mas sua média de pontos poderá ser utilizada, por exemplo, para classificá-lo para a próxima Taça SP;
    – Márcio Gontijo (MG) – aparece em 43º no novo ranking, tanto no geral quanto de convocações, ao invés da 24ª posição do ranking antigo. (a) Na Taça SP jogou no boliche da 1ª divisão e ficou, por acaso, em 43º dentre os que jogaram no boliche, (b) no Brasileiro de Seleções, também jogando no boliche da 1ª divisão, ficou em 19º, (c) no Brasileiro individual, jogando no boliche da 2ª. Divisão, ficou em 37º. neste boliche, fora a 1ª. Divisão; (d) No brasileiro de dupla, na Bahia, com um só boliche, em 37º no geral e (e) na Taça BH, onde também jogou na 1ª. Divisão, em 34º no geral do boliche. Considerando que nem em todos boliches todos jogam, e que com o novo ranking atletas com menos de cinco torneios podem ficar mais acima, ao que parece é mais real (ou mais próxima do real) a atual posição do que a anterior;
    – Soren Lemche (RJ) – sobe cinco e seis posições no novo ranking, o que denota regularidade nos eventos disputados;
    – Paulo Feijó (RJ) – subo três posições em um ranking e baixo três em outro, o que indica que também não devo apresentar tantas distorções de resultados.
    Por médias teríamos a seguinte ordem no ranking brasileiro – deixo a todos a análise comparativa:
    1º. Oswaldo Cury;
    2º. Roberto Saito;
    3º. Rodrigo Hermes;
    4º. Marcelo Suartz;
    5º. Juliano Oliveira;
    6º. Baiano Medeiros;
    7º. Fábio Rezende;
    8º. Bira Teodoro;
    9º. Igor Pizzoli;
    10º. Márcio Vieira.

    Tenho certeza de que a criação do ranking é algo difícil tendo em vista a multiplicidade de realidades mas, com relação às observações feitas:
    1. O ranking por médias não se adequa a nossa realidade. Melhor que eventos locais sirvam para a diversão dos atletas, possibilitando boas colocações apenas em razão das médias, até porque comparar vários eventos no mesmo boliche e com o mesmo óleo é possível…
    2. A diferença de pontos entre boliches não inviabiliza que um atleta melhore ou piore no ranking, ao menos é o que o novo ranking indica, mas certamente por ser o problema o de mais difícil solução, todas as sugestões devem ser apreciadas.
    Não é jogar dinheiro fora jogar em outros boliches que não o da 1ª. Divisão. Para todos os atletas fora os quatro ou cinco primeiros do ranking os pontos obtidos são importantes. Se no boliche da 1ª divisão foram poucos atletas jogando, a diferença de pontos para os outros boliches será menor, pois a média do boliche só considera os 20 primeiros após descarte dos 5%. Se muitos jogarem no boliche da 1ª divisão a diferença será maior. Ora, mas esta não é a lógica? Se poucos jogam no boliche da 1ª o nível técnico do outro boliche será mais próximo, se muitos jogam com a 1ª o nível técnico do outro boliche será menor…
    Neste ponto, contudo, acho que deveríamos ter um critério de, ao menos, garantia de vagas aos primeiros de uma divisão na divisão de cima no ano seguinte, ao menos como prêmio pela vitória.

    Continuo à disposição de todos.
    Abs.
    PMF

  7. Grande Bira!
    Como vai você?

    Após ler esse novo critério para o ranking acabei descobrindo que o boliche não é mais um esporte INDIVIDUAL mas sim coletivo… afinal não importa mais a sua média individual, o seu ponto base vai depender da média da sua divisão.

    Abraços,
    Rafael

  8. Amigos,
    Encontro excelentes argumentos em cada um de vocês … Todos justos e que devem ser levados em consideração … o que não pode é ficar trocando a forma de cálculo de ranking durante o ano ou no final dele … adotem um ranking é “rezem” nele até o final, e se forem trocar as regras, que o façam ANTES do fim de ano, VALENDO para o ano seguinte.
    Quanto às Taças, acho que a CBBol TEM que obrigar a utilização do seu ranking, evitando-se o que aconteceu em SP … se a Taça vai ser homologada pela CBBol, o ranking a ser utilizado para o evento TEM que ser o da CBBol, ou a Taça NÃO deverá ser homologada. Qualquer coisa diferente disso é MARACUTAIA.
    Abs.
    SM300

  9. O PBA Tour é disputado sob cinco condicionamentos “animais” diferentes (os 39 pés do “Camaleão”, os 35″ do “Guepardo”, os 41″ do “Escorpião”, os 44″ do “Tubarão” e os 37″ da “Víbora”), em 21 locais diferentes (um no Japão). Para avaliação da temporada eles disponibilizam, também, vários rankings (tem até um de pontos dos “patrocinadores”), tem um ranking de pontos, um ranking de média, um ranking de premiação (um sonho brazuca distante), um de finalistas, etc.

    Por que temos que ser só um?

    Ah … e o ranking de média deles não tem nenhuma fórmula … é “pina na chão” e só!

    Se para quem já está nas pistas há anos é complicado entender esse novo ranking. imaginem para quem está querendo entrar nesse mundinho.

  10. Pensei que era óbvio que a sugestão do ranking por média implicaria, necessariamente, em um número mínimo de eventos selecionados. Então lá vou eu de novo lançar mão dos kings pins:
    Ranking por média da PBA
    1.º – Walter Ray Williams Jr, 16 eventos, média de 229.32
    2.º – Rhino Page, 14 eventos – 227.39
    3.º – Chris Barnes, 16 eventos – 226.46
    4.º – Wes Malott, 13 eventos – 224.77
    5.º – Patrick Allen, 15 eventos – 224.69
    6.º – Mike Scroggins, 16 eventos – 224.50
    7.º – Mika Koivuniemi, 16 eventos – 222.21
    8.º – Parker Bohn III, 16 eventos – 221.97
    9.º – Pete Weber, 14 eventos – 221.34
    10.º – Tommy Jones, 16 eventos – 221.27
    66.º – Lee Vanderhoef, 12 eventos – 204.65
    Por que citei o Vanderhoef? Porque ele está com a mesma média que a minha atualmente. Com uma “pequena” diferença, ele está na PBA, na qual disputou DOZE eventos e o panga aqui conseguiu apenas UM com essa média, no sobrowl paulista.

  11. Soren
    Se o novo “ranking por pontos beneficia os que viajam. Beneficia o “panga” que compõe a base da CBBOL”, como você escreveu, então ele não se presta ao principal objetivo da sua criação, que é “conciliar a melhor forma de espelhar a condição técnica dos atletas no ranking com a possibilidade de ampliação do número de participantes”, como o Paulo escreveu, não é?

  12. Esta discussão é velha, o que vale em qq esporte é colocação. Sei que o Marcelo Pedra deu show e ficou em 4o lugar na AMF, mas não sei a média. Lembro-me que fui campeão mineiro ano passado, nem me lembro a média, sei que foi abaixo de 200, condicionamento seletivo. Então qq pangaré que terminar um evento mineiro com mais de 200 num cond fácil deveria ser proclamado campeão mineiro? Lembro-me que em 2002 ou 2003 terminei com 225 de média e fui 3o, atrás do WC e do Renato. O que preferem? Eu prefiro ser campeão com 195 do que 3o com 225. Média é relativo, o que vale é colocação. A formula ideal é difícil, a formula 1 e motovelocidade tem um sistema de colocação que funciona no esporte deles, mas para ranking geral de boliche não dá. Tanto média não é parâmetro que quando se joga em boliches (e condicionamentos) diferentes todos sabem que é um erro classificar por média, principalmente se a 1a div jogar em 2 patterns difíceis e a 2a e 3a jogarem naquele programa que todos conhecem do Planet teremos um ranking ridiculamente distorcido.
    O sistema dos 10 mais que o site boliche criou tinha um bom sistema, só que pontuavam somente os 10 1os. E se estendêssemos pontuação para os 24 ou 36 primeiros de cada evento? Talvez ficasse mais real. A Taça SP mostrou que ranking por média tb não dá. É só ver como ficaram as divisões masculinas, absurdo total.

  13. Grande Bira, não vejo discrepância aqui, haja visto que o Ranking tem que ser visto como um todo. A melhor forma de espelhar as reais condições tecnicas de determinado atleta é pelo Ranking de Pontos. Pressupondo que o atleta participa de diversos torneios da CBBOL e taças e pressupondo que este atleta esteja evoluindo, ele terá média de pontos bem melhor do que o atleta que jogou 1 torneio no inicio do ano com a média invejável de 200 pinos. O atleta que jogou 1 torneio no inicio de temporada terá seus pontos depreciados ao decorrer das 52 semanas.
    Para voce convocar uma seleção, em critérios tecnicos, voce vai escolher os que estão em atividade. O camarada que só joga 1 torneio e deita nos louros e deixa passar 40 semanas, escolhe um torneio de oleo bába e se dá bem, na minha seleção não joga !
    Este tipo de Ranking leva em conta uma gama de parâmetros que influenciaram o desempenho do atleta EM RELAÇÃO á um todo.
    Leva em consideração aquele atleta que bateu 167 no Dragon e o compara com o atleta que bateu 180 no Planet, no mesmo torneio.
    Respondendo ao Sergio Martinelli, sim o esporte é individual. Mas para analisar o desempenho individual de cada um é preciso analizar o todo.
    Bira, a CBBOL se sustenta com mais ou menos 60 atletas que viajam e disputam a maioria dos torneios. Esse numero vem caindo de uns 2-3 anos para cá. É só consultar os Rankings dos anos anteriores. Não é só o desestímulo com o esporte em sí que está espantando atletas, o fator dinheiro é outro. Tá caro viajar e os torneios estão ficando caros. Mas o que mais ouço, em viagem, é o pouco caso com os atletas desta base de sustentação da CBBOL.
    Cada federação faz o que bem entende quando distribui os atletas nas divisões, adotam critérios ao bel prazer sem levar em consideração os sacrifícios de quem viaja para prestigiar essa ou aquela taça.
    Analize a Taça Rio do ano passado. Teve a data mudada em detrimento ao PAN, e quantos “visitantes” prestigiaram a Taça Rio ?
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    Mais uma vez, a média de “pinos na shon” está imbutida no ranking por pontos. Ninguem vai ganhar 100 pontos num torneio com 157 de média. Isso porque o All -Events do torneio certamente baterá 200 de média. Esse numero 1 do All-events é o carro chefe da parada e ganhará pontuação maior.
    Pega a Taça Rio do ano passado. Marcio Vieira foi o All Events com 200 de média. O Sergio Martinelli bateu 162 de média e eu 168. Tanto eu como o Sergio saimos da Taça Rio chateados com as nossas médias porque o boliche estava dificil. Ai voce olha para cima da tabela e vê que o all events SÓ bateu 200 de média, onde ele deveria ter batido no minimo 210 ! Mas acredito que tambem, para ele, a parada estava dura. Sem duplo sentido é claro !
    Quinze dias depois teve Campeonato Brasileiro de Seleções, em SP.
    Marcio Vieira fez 204 de média, Sergio 171 de média e eu 184 de média. Olho para cima e vejo o Fabinho com 208 de média, All Events. Quem evoluiu, quem involuiu ?
    O “Beneficio ao Panga” é para ser visto como o beneficio democrático participativo. Se voce participa, terá menor depreciação porque seu desempenho será constantemente avaliado. Se voce fica em casa e só joga torneios locais, não tem como avaliar o seu desempenho em face ao grupo que participa e viaja.

  14. Paulo,

    Antes de tudo,louvo e aplaudo a sua atitude em divulgar,debater,prestar esclarecimentos, sobre toda essa nova metodologia de cálculo para o nosso ranking nacional.Só mesmo uma pessoa bem-intencionada estaria aberta à ouvir gregos e troianos.

    Sei que o gatilho para a confecção deste novo ranking,foi uma reclamação do Décio,com relação à sua pontuação,no último Bras Individual,principalmente em uma comparação com a sua no Del Rey,onde você jogou somente 18 linhas,e obteve no final do evento, uma pontuação próxima da dele que jogou no Cosmic.

    Em minha opinião,a falha está na essência do regulamento,e não no fato gerador,pois se um atleta não cumpriu as 24 linhas exigidas pelo torneio,ele deveria levar zero,nas linhas ausentes,o que levaria a sua média para o fundo do poço,e consequentemente marcaria pouquíssimos pontos,no antigo ranking nacional.Simples assim,onde a exceção não é importante para a regra geral.

    Acho que não existe esporte no mundo,onde um atleta possa ter um mínimo de vantagem,ao não completar o exigido.

    Imagino a hercúlea tarefa ao elaborar um ranking,para depois ouvir que deveria ser assim ou assado,mas como você nos deu o prazer do debate,e criticá-lo de forma construtiva,tomo a liberdade de lançar outros pontos da minha opinião:

    1) Temos no ano 9 grandes eventos:Taça SP,Taça BH,Taça RJ,Taça BA,Taça SC,BRAS IND,BRAS SEL,BRAS CLUBES,BRAS TERC,onde o atleta precisaria jogar 5 eventos,para cumprir o mínimo exigido.

    Aí eu pergunto:Qual a necessidade de fórmulas e percentuais de descontos,para não prejudicar os 5% melhores jogadores,que não cumpriram o objetivo inicial?

    Não seria o caso então de diminuir para 4 eventos por ano no mínimo?

    Ora,todo jogador que almeja alguma coisa nacionalmente,teria que jogar somente 4 torneios por ano,sem exceção.

    Fundamento comparativo:No novo modelo,atletas diferenciados podem “dormir” em cima de boas colocações passadas,e permanecerem bem colocados sem sequer jogar,mesmo com o percentual de desconto,já que sua pontuação é pela média de pontos.Ou seja,é uma regra geral,feita para beneficiar ou não prejudicar, a exceção.

    2)Eu nunca fui a favor do ranking por média,e o antigo não era,e mesmo que eventos CBBOL fossem jogados com patterns mais difíceis no passado,sempre foi interessante jogá-los,pois a pontuação obtida era quase sempre bem mais significativa do que em taças,principalmente porque tinham um peso maior.

    3)Meu amigo e “pato” Soren,com certeza não irá gostar deste item,mas tomei a liberdade de fazer um comparativo entre nós dois,e mostrar claramente como a distorção foi gritante e até injusta,pelo novo ranking.

    Taça São Paulo: Soren Lenche-186,2 de média
    Márcio Gontijo-188,3 ”

    Bras de Seleções: Soren—–184,0
    Márcio—–189,3

    Bras de duplas (BA): Soren—177,8
    Márcio—186,3

    Taça BH————Soren—–185,7
    Márcio——186,5

    Como percebemos,eu ganhei do meu graaaande amigo em todos esses eventos,e vale ressaltar que jogamos no mesmo boliche e turno,e apesar de tudo isso,pelo novo ranking,eu estou 13 posições atrás,enquanto que no antigo eu estaria 11 posições à frente(bem mais real e justa pelo histórico mostrado).

    Na minha opinião,distorções como esta,não poderiam ocorrer,e são bem mais difíceis de digerir,do que as que ocorrem com jogadores famosos,que simplesmente não possuem o mínimo de torneios, estando mal colocados no ranking,e quando chega um evento importante, querem jogar na divisão maior do boliche nacional,simplesmente por terem nome e passado.

    No mais, agradeço imensamente a paciência dos amigos, e continuarei debatendo idéias e conceitos, no intuito sempre de melhorar e contribuir para o esporte que amamos.

    Um grande abraço em todos,

    Márcio

  15. He he…..Marcio; Olha só, se a gente fixa o seu exemplo ilustrativo poderiamos achar que voce tem toda razão. Porém, não sei se a a omissão foi de propósito, no meio dessa história tem o Brasileiro Individual onde a história foi BEM diferente.
    Voce jogou no Del Rey e fez 167 de média e eu joguei no Cosmic com 182,5 de média, e isso fez a minha pontuação se diferenciar da sua. Mesmo assim reconheço que sou “pato” ainda…….
    Abraços

  16. Décio

    Jogando lenha na fogueira da velha discussão:

    1. “o que vale em qq esporte é colocação. Sei que o Marcelo Pedra deu show e ficou em 4o lugar na AMF, mas não sei a média.”
    >>> Discordo. O desempenho vale mais que a colocação em todos os esportes (como exemplo cito a ginástica e a natação). É claro que o objetivo sempre é o podium, mas quando se sabe que deu o melhor de si e conseguiu uma ótima performance, fica mais fácil aplaudir os campeões. O Marcelo queria ir para a final da Copa Mundial, mas teve vários momentos (fui testemunha) que ele vai guardar pra sempre. E a colocação dele foi a melhor de um brasileiro nos 43 anos da Copa Qubica AMF.

    2. “Então qq pangaré que terminar um evento mineiro com mais de 200 num cond fácil deveria ser proclamado campeão mineiro?”
    >>> Sim, se a média dele for superior a dos demais participantes.

    3. “A formula ideal é difícil”
    >>> Concordo. Ainda mais se levarmos em conta que poucos conseguem ser imparciais na formação de um ranking.

    4. “Tanto que média não é parâmetro que quando se joga em boliches (e condicionamentos) diferentes”
    >>> … mas são as médias que definem as colocações dos finalistas.

    5. Criticam o condicionamento do Planet mas, tirando uma ou outra exceção, todos os jogadores que conseguem média superior aos outros lá também se saem bem em torneios internacionais.

    6. “O sistema dos 10 mais que o site boliche criou tinha um bom sistema, só que pontuavam somente os 10 1os. E se estendêssemos pontuação para os 24 ou 36 primeiros de cada evento? Talvez ficasse mais real.”
    >>> Por que não dois ou mais rankings?

  17. Patolino Soren,
    HEHEHE…Chegamos propositalmente para confirmar o meu ponto de vista inicial,onde jogar em um boliche diferente da 1 divisão,irá levá-lo ao fundo do abismo.

    Se eu soubesse que uma nova regra futura,iria regular um evento passado(isso só acontece no boliche tupiniquim),com certeza eu não teria optado em jogar no Del Rey naquela ocasião,que para mim,foi bem mais díficil,do que aquele gel baba do Cosmic hehehehehe…

    Veja a minha média com gel duplo e baba do Planet,no Bras de Seleções,e imagine o quanto eu não bateria no Cosmic.
    Abração,
    Márcio

  18. Bira,

    Já sabia que viria algo assim de vc, já discutimos antes a respeito. Envio minhas respostas e paro por aqui, eu mesmo não tenho uma saída que considere boa para boliches diferentes. Sei que média não resolve, só quando se joga todo mundo junto. Aí serve pinos derrubados, colocação, etc. Então média serve algumas vezes, mas nem sempre. Colocação, sempre.

    . “o que vale em qq esporte é colocação. Sei que o Marcelo Pedra deu show e ficou em 4o lugar na AMF, mas não sei a média.”
    >>> Discordo. O desempenho vale mais que a colocação em todos os esportes (como exemplo cito a ginástica e a natação). É claro que o objetivo sempre é o podium, mas quando se sabe que deu o melhor de si e conseguiu uma ótima performance, fica mais fácil aplaudir os campeões. O Marcelo queria ir para a final da Copa Mundial, mas teve vários momentos (fui testemunha) que ele vai guardar pra sempre. E a colocação dele foi a melhor de um brasileiro nos 43 anos da Copa Qubica AMF.

    Esta tb é velha. Não se pode comparar desempenhos em condições diferentes. Vide formula 1, onde a média do ganhador em Monaco é menor do que a do último em Monza. Tanto que a fed internacional de atletismo não reconhece marcas dependendo do vento, se é em estádio fechado, etc. O que vale é confronto direto numa Olimpíada ou Mundial ou qq competição. Fazer o recorde mundial dos 100 m na eliminatória e perder a final para outro com tempo inferior, o que conta? Medalha para o não recordista neste caso. E em todos os esportes.

    2. “Então qq pangaré que terminar um evento mineiro com mais de 200 num cond fácil deveria ser proclamado campeão mineiro?”
    >>> Sim, se a média dele for superior a dos demais participantes.

    Fala sério….Vc leu a pergunta???? Refere-se a outro evento com cond diferente do Ind Mineiro…Ano passado tivemos eventos com óleo fácil, onde mais de 6 jogadores tiveram mais de 200. Isto invalida o título??????? Até parece que vc nunca jogou em mais de um condicionamento…

    3. “A formula ideal é difícil”
    >>> Concordo. Ainda mais se levarmos em conta que poucos conseguem ser imparciais na formação de um ranking.

    4. “Tanto que média não é parâmetro que quando se joga em boliches (e condicionamentos) diferentes”
    >>> … mas são as médias que definem as colocações dos finalistas.

    Em BOLICHES DIFERENTES NÂO, são os melhores colocados de cada boliche. Dependendo do condicionamento, um finalista da 2a divisão pode ter média superior aos finalistas da 1a divisão. E aí, como fica? O jogador de 2a divisão é proclamado campeão na 1a Divisão? Fala sério de novo….Já aconteceu num bras de clubes de 2005, que eu joguei na 2a div e fiz 222 de média, bem superior ao campeão da 1a div, que jogou em outro boliche. Não recebi nenhuma medalha de all events de 1a divisão. Nem acho que deveria.

    5. Criticam o condicionamento do Planet mas, tirando uma ou outra exceção, todos os jogadores que conseguem média superior aos outros lá também se saem bem em torneios internacionais.

    Eu não critiquei. Só usei como exemplo. E concordo, os melhores sempre vencem em qq condicionamento, já escrevi isto no mural, desde que joguem todos juntos. Já fazer melhor média em condicionamentos diferentes, um pangaré meio sangue pode ganhar dos melhores, se ele jogar no Planet fácil e os melhores no mesmo Planet, num gel daqueles tipo o bras de seleções do ano passado. É só ver a média do ganhador do bras de sel 2007 (creio que foi o Juliano com 203) e quantos jogadores de 2a divisão já terminaram com melhor média em outros eventos fáceis no Planet. Nesta vc viajou e sua afirmação não deu certo…

    6. “O sistema dos 10 mais que o site boliche criou tinha um bom sistema, só que pontuavam somente os 10 1os. E se estendêssemos pontuação para os 24 ou 36 primeiros de cada evento? Talvez ficasse mais real.”
    >>> Por que não dois ou mais rankings?
    Pode ser. Ou estender pontuação como formula 1 até o 100o, com a CBBOL fiscalizando condicionamento em boliches diferentes. O que vejo é que média não funciona e, enquanto jogarmos em boliches diferentes, não vejo como ter um ranking justo que funcione e agrade a todos.

  19. Décio

    A gente sempre aprende com os debates, ainda mais quando alguém tão experiente como você, na rara condição de jogador e proprietário de boliche, resolve expor suas idéias.

    No início do meu comentário de abertura desse assunto, quarto parágrafo para ser exato, falei sobre a impessoalidade das minhas opiniões. E mantenho isso.

    Esse debate aqui no blog não vai esgotar esse assunto, mas vai ajudar muita gente a entendê-lo melhor e, quem sabe até, aceitar esse novo e complicado ranking.

    Bira

  20. Valeu, Bira, se entrei aqui foi com o intuito de colaborar. Não vejo como minha condição de operador de boliche interfere neste caso. Talvez ajude por já ter sofrido na carne as dificuldades de buscar fazer condicionamentos iguais e justos.
    Vc já me conhece, não debato a pessoa, mas as idéias. Se me referi a vc ter viajado, não tome como pessoal, mas acho que esta ou aquela linha de raciocínio já se mostrou falha na prática, e temos que partir de outras premissas ou nossas conclusões estarão equivocadas.
    Temos que simplificar o ranking, achar uma formula simples e incontestável, que premie colocações.

  21. Talvez o caminho seja o de dois rankings nacionais, pelo menos.

    Um por média (que teria um limite mínimo de eventos para o atleta poder ser ranqueado), visando facilitar o entendimento da maioria dos jogadores em atividade, dos leigos, ou novatos e interessados em se tornarem federados. O primeiro ranking por média teria que levar em conta os eventos anteriores para, só então, começar a fazer os descartes (exemplo, na realização da Taça SP 2008 automaticamente desconsidera a Taça SP 2007, e assim por diante). Esse ranking, serviria, também, para formar as divisões dos campeonatos. Caso o atleta não atenda os requisitos mínimos (participação em determinados eventos nacionais), seria utilizado, então, o outro ranking.

    Ranking de pontos: direcionado para a formação das seleções, para as convocações de atletas nos eventos internacionais, para as premiações anuais, etc. O formato sugerido pelo Paulo parece ser o indicado pelo requinte e precisão técnica.

  22. Olá,

    Se vai funcionar ou não, não sei, mas vejo um grande passo dado pelo Boliche Brasileiro. Cabe darmos um tempo, não muito claro, para ver o novo ranking na prática, temos variáveis bem interessantes sendo controladas. Pelo que tenho visto de Boliche desde 2002, ano que começamos a pesquisar sobre o esporte, é a melhor proposta de ranking.

    Abraços
    Fabrício

  23. Paulo
    Considerando …
    – o seu detalhado, esforçado, amplo e gigantesco trabalho na elaboração das planilhas do novo ranking;
    – a sua dedicação, paciência e polidez nos comentários que tem feito;
    – a sua atenção e consideração para com todos as opiniões divergentes;
    – o seu e-mail deste 26.02.08 (as 2h da madrugada);
    … só me resta ser solidário à você e ao novo ranking. Esteja certo que sou da torcida para que o novo ranking funcione e agrade à maioria das três centenas de jogadores de boliche.
    Bira

  24. Amigos, pelo visto me meti numa fria mesmo. Coloquei a mão numa cumbuca que todos concordam que tem que ser mexida mas ninguém tem coragem de mexer. Recebo reclamações porque acham que eu não podia ter divulgado a ata da AGE sem autorização da CBBol, e por aqui vou esclarecendo o novo ranking. Com relação aos novos comentários:

    1. Comentário 5 – Oscar, acredito que a leitura das regras e das justificativas destas esclareçam como estas pessoas estão na frente. Repito: a idéia é que os atletas com menos eventos sejam penalizados em razão de sua média de pontos ser menos confiável, mas se mesmo assim permanecem à frente dos que tem mais eventos é porque, provavelmente, tem resultados melhores. O ranking deve privilegiar os atletas com melhores resultados, e não os mais presentes, mas deve procurar mitigar estes conceitos.

    2. Comentário 7 – Rafael, vc. não tinha percebido que antes já era assim? Se concluiu isso agora lamento lhe informar que antes alguém lhe enganou. Os pontos-base pelo ranking antigo era calculados com a soma de pontos baseada na classificação dos participantes no ranking brasileiro, mais 1 pt. para cada um dos 24 primeiros e 0,5 para cada um dos 24 seguintes, ou seja, seu ponto-base dependia de quem participava do evento. Não mudou nada, só a forma de cálculo.
    Agora, falando sério, como disse antes, não acho que seja um critério fechado. Se tiver alguma sugestão acho que deve ser colocada para estudarmos.

    3. Comentário 8 – Caro Sérgio, concordo plenamente com seus comentários. A sugestão do novo ranking visa, justamente, acabar com isso. Confesso que desde que voltei a jogar boliche a cada momento temos um ranking diferente, de 5 eventos, 4 eventos, 2 CBBol e 2 Taças, 10 eventos (Pan), 52 semanas … nunca sabemos o que vale… a ponto de termos na AGE da CBBol decidir qual ranking valeria para definir quem ganharia o troféu Fernando Resende (!?), e depois do final da temporada (!!!???). Bem, com o novo ranking teríamos só este e ponto final.
    Outra idéia do novo ranking é equacionar os problemas de convocação para eventos. Com todos tendo uma média de pontos, não tem mais problema de vaga técnica. O Rodrigo Hermes, com um evento, não vai ficar em kkgésimo. Diminui, senão acaba, com os problemas de necessidade de uso de vagas técnicas e com os desconfortos decorrentes. E sem a média, acaba também com este problema de classificação de divisões usando médias de pinos locais. Todo ano na Taça SP o problema ocorre, e não é nenhum demérito para ninguém, mas não se pude usar critério diferente para situações diferentes. Vc, por exemplo, que viaja e joga em diversos óleos sempre vai ter média menor que os paulistas que só jogam no Planet com um óleo semelhante… com o novo ranking não há mais como se fazer isso, e a nova regra resolve o problema sem prejudicar ninguém.

    4. Comentários 9 e 10 – Amigo Bira, está mesmo querendo comparar a PBA com a CBBol ? No Rio temos um ranking que quando implementamos todos acharam complicado; no meio do ano todos já entendiam; no final todo mundo jogava para melhorar no ranking; durante dois anos levamos os seis melhores do ranking, sem vaga técnica (à exceção do Juliano, mas apenas porque não teve o mínimo de partidas), sem qualquer confusão ou contestação por parte de atletas – isso mesmo, há dois anos não temos reclamações com relação a convocações – e somos bicampeões de seleções masculinas.

    5. Comentário 14 – Márcio, por partes: inicialmente não criei o ranking por conta das reclamações do Décio. Já estava pensando nisso há muito tempo mas, por problemas de trabalho não tinha tempo de concretizar. Quando o Décio se manifestou apenas veio ao encontro do que já estava pensando há muito.
    A questão do mínimo de partidas para o evento ser válido foi muito discutida na AGE, e havia quem defendesse este seu posicionamento, mas na coletividade vale o consenso. Temos que ponderar que, no boliche, todos gastamos muito e, por isso, temos que levar isso na consideração ao fixarmos regras. Acho que a consideração da pontuação com depreciação é interessante e resolve o problema, punindo o faltoso sem fazer com que jogue todo seu dinheiro fora – imaginemos a última Taça SP, o Tachibana teve que abandonar na última partida para não perder o vôo, sem que tivesse dado causa ao atraso, seria justo tirar o evento dele?
    Em relação a seu item 1, tudo teve sua razão: cinco eventos para que os atletas sejam obrigado a jogar, ao menos, uma Taça além dos Brasileiros. Tanto se considera que 4 eventos é uma boa base que o primeiro degrau da depreciação é de apenas 5%, e isso pela diferença de pontos entre Brasileiros e Taças. Se um atleta é ponto base de todos os brasileiros (100,0 pontos), com 5% de depreciação terá média de pontos de 95,0. Se o mesmo atleta jogar uma Taça e também for ponto-base terá média de pontos em 5 eventos de 98,0, ou seja, a depreciação real é de apenas cerca de 3%. Isso foi pensado.
    Só uma observação: o ranking tem 9 eventos porque ano passado só tivemos 9 eventos. A idéia do novo ranking é justamente viabilizar o crescimento do número de eventos homologados.
    Certamente em um ranking sem depreciação qualquer atleta pode “sentar nas fichas”, mas no com depreciação, qualquer que seja o critério, isso não pode ocorrer, e por isso temos os dois que, como explicado nas regras, tem funções diversas na análise técnica.
    Com relação a seu item 2, continua sendo interessante jogar eventos CBBol, eles continuam a ser mais interessantes. Aliás, agora são mais interessantes que antes, pois já partem de uma pontuação maior que os demais. Pelo critério antigo, reparou que o Brasileiro de seleções, o evento mais importante do ano valeu 125,5, enquanto a Taça SP agora valeu 122,5? Será que por este critério é tão interessante assim jogar um brasileiro ou escolher o evento onde todos vão? Já imaginou se o Brasileiro de Duplas do ano passado, na Bahia, não tivesse sido às vésperas da convocação do Pan? Qual seria o ponto-base do brasileiro?
    Não vou me meter na briga de amor entre vc. e o Soren, mas repararam que o Soren jogou 8 eventos e vc. só 5? Não teve descartes, enquanto o Soren pode ter descartado até mesmo justamente os 3 eventos em que ficou atrás de vc.. Neste ponto tinha uma outra idéia, mais justa, mas se eu complicasse o ranking mais um pouco iam me matar …

    6. Demais comentários de Décio e Bira:
    Li todos (Ufa!…)
    Os que ganham no Planet não vão bem fora … os que vão bem fora é que vão bem no Planet, no Barra, no Del Rey, no Casa, no Aeroclube, etc. O problema do condicionamento fácil é que outros, que não iriam bem em outros locais, acabam indo bem também, embora possam não ganhar …
    Acho que a sugestão do Décio do ranking simples é a ideal, mas não consigo imaginar como. Todos concordam que há necessidade de mudar, e isso é o mais importante, que possamos debater sobre o problema.
    Não conheci o tal ranking de 10, mas classificar pela posição no evento, além de não efetuar uma leitura de diferença técnica, gera distorções em eventos dependendo dos atletas que participem, impossibilita a mistura de resultados em boliches diferentes (o primeiro do segundo boliche ficaria depois do último do 1º? Injusto), etc.
    Bira, usar as médias para classificar para eventos é o que SP faz em sua Taça e gera tantas reclamações. É o que serviu para classificar para eventos nacionais CBBol e já gerou distorções enormes. Desculpe a discordância, mas esta sugestão não resolve problema algum e apenas solidifica alguns problemas graves. Com já disse no meu primeiro comentário ao Márcio, e posso acrescentar diversas observações do Décio, se fizermos isso será um tiro no pé porque incentivaremos todas as Federações a usar “óleos” fáceis. Vai ser a disputa pelo óleo mais fácil, e repito, o gel é insuperável nisso…
    Minha pergunta é outra: para que mais de um ranking? Desculpem a brincadeira, mas só concordo se forem 331, assim poderemos ter um para cada atleta, e todos poderemos ser líderes!

    CONCLUSÃO:
    Amigos, tenho lido atentamente tudo que se fala sobre o novo ranking, e cheguei a algumas conclusões:
    a. A maior resistência é pela aparente complexidade do critério, mas, como falei acima, no início pode parecer difícil, mas logo todos assimilarão bem.
    b. As críticas maiores que aqui são vistas decorrem do abandono das médias de pinos e pelo problema da diferença de pontos entre os boliches, ou seja, pela dificuldade em se aceitar a mudança de paradigmas, absolutamente necessária justamente para que resolvamos os problemas hoje existentes. Se não mudarmos isso, nenhuma mudança valerá.
    c. Nenhuma das críticas ataca diretamente o novo ranking, ou seja, aparentemente avalia adequadamente a questão técnica, oferecendo uma boa solução para a maior parte dos problemas vivenciados. Como o Bira diz, o difícil é ser imparcial na elaboração do ranking e nós, como humanos, temos dificuldade de achar que estamos perdendo o que achamos ter de bom, ou médias ilusórias por óleos fáceis ou posições irreais decorrentes apenas da participação em maior número de eventos.
    d. Não foi apresentada qualquer solução concreta para o maior problema deste tipo de ranking, que é a diferença de pontos entre boliches (continuo pensando no assunto), tampouco crítica tecnicamente fundamentada sobre o critério adotado.
    e. Todas as críticas são pontuais, e não se debruçam sobre os princípios visados pelo novo ranking, como uma das principais finalidades, que é a possibilidade de crescimento do esporte com a inclusão de novos eventos no ranking (e conseqüentemente novos atletas). Não teremos como incentivar isso usando médias em ranking.
    f. O debate é fundamental…

    Abs. a todos.

    PMF

  25. Amigos Paulo, Décio, Sergio,Bira, Marcio, Oscar e Fabrício e os demais que acompanham esse dialogo do Blog:
    1-Uma coisa é certa; alguma coisa tem que ser feita para avaliar os atletas, individualmente e em relação ao conjunto.
    2-Algo tem que ser feito para evitar a evasão de atletas da CBBOL.
    (meu primeiro ranqueamento foi no Brasileiro de Clubes de BH em 2005, pelo Fluminense, e fiquei em numero 478.o lugar no ranking, com 158 de média.)
    3-Como o novo ranking foi aprovado em AGE presidido pela CBBOL é ele que conta e como disse o Martinelli; Rezem nele até o final do ano !
    Se unificarem os rankings e a CBBOL fizer valer 1 deles para distribuição de atletas (Duplas) até nas Taças, estará fazendo justiça aos atletas que viajam e estes saberão para qual horário marcar os vôos de retorno para casa.
    4-Ao longo do ano, poderiamos discutir o aperfeiçoamento da formula e analisando o impacto sobre o ranking (novas adesões).

    O Boliche Brasileiro teve um ano exepcional em 2007 com conquistas jamais obtidas antes. Porém, a CBBOL e as Federações não capitalizaram. Pelo contrário, a cada dia perde se mais atletas.
    Tem algo de muito errado no nosso esporte, e talvez a adoção de um ranking MUITO mais inteligente e sensível as distorções dos locais de jogo possa iniciar um caminho novo e mais inteligente daqui para frente.
    No fundo TODOS concordam que alguma coisa tem que ser feita, e o crédito ao Paulo tem que ser dado.
    O ranking elaborado por ele vem dando certo há dois anos no Rio e todos os atletas sabem exatamente onde estão porque o sistema funciona.
    Querem ver; No Rio há uma vaga tecnica para a seleção principal e ano passado essa vaga foi dada ao Juliano. O Caco teve que jogar e conquistar a vaga jogando os torneios.
    O “prejudicado” foi o Paulo ! que perdeu a vaga pela indicação do Juliano, e não houve chiadeira nem choradeira. Convocou-se uma seleção que foi ao torneio e ganhou !
    Na seleção carioca da Taça Brasil foi pior ainda. O John Jr perdeu a vaga para mim por 0.1 pontos e ficou de fora. Selecionar o Soren para a Taça Brasil não foi mal negócio porque fiquei como o unico carioca entre os all-events válidos e alem disso ganhei Ouro no Tercetos e Prata no Quinteto. Prova que o Sistema elaborado por Paulo é muito fiel ao que o atleta está desempenhando no momento.

  26. Paulo,

    Talvez tenha me expressado mal, sempre soube que o ponto base do ranking era calculado sobre o primeiro atleta com a melhor média independente de divisão sendo que cada atleta receberia “desconto” desse valor de acordo com a diferença de pontos na média. Se o problema é avaliar as diferenças das pontuações entre boliches e existe a necessidade de se utilizar mais de uma casa comercial pq não dividir de 4 dias pela metada e cada divisão joga 2 dias em cada boliche?
    Vejo muitos pontos positivos nesse novo ranking o único ponto que discordo é que um atleta que teve média semelhante a outro que jogou em boliche diferente ganhe pontos no ranking tão diferentes.
    Por exemplo:
    Sem citar nomes algum que tenha feito 168 de média no planet ganhou aprox. 53 pontos para o novo ranking enquanto que os mesmos 168 de média no Center norte rendem 40 pontos será que a diferença entre boliche e atletas é tanta assim? eu sinceremente não acredito, muito possivelmente ambos manteriam suas médias.
    tirando esse pequeno detalhe esta forma de cálculo para o novo ranking é muito superior ao anterior.

    abraço!

  27. Obrigado a todos pelo debate e, em especial, àqueles que apoiaram a idéia.
    Espero e acredito que estejamos avançando.
    Com relação aos comentários críticos feitos pelo Márcio Gontijo, estou estudando, não exatamente o que foi criticado, mas aspectos próximos, que bem demonstram a importância desta conversa. Posso te dizer Márcio que, a partir das tuas críticas, e do Danilo Rocha, aqui do Rio, por e-mail, estou pensando na questão do número de eventos e em como melhorar a pedra no nosso sapato, que é a questão da diferença dos boliches, embora possa te garantir que a proposta já é a quinta ou sexta fórmula que imaginei, e a melhor delas. Conto com a ajuda de todos.
    Abs.
    PMF

  28. Paulinho,

    Ufa, é muito tempo para ler tudo e responder. Eu estou numa fase que tem sido impossível acompanhar a tempo e hora, repito aqui algumas coisas que te enviei pelo E mail.
    Em primeiro lugar, acho que jamais tivemos um debate em nível tão bom e produtivo desde os tempos jurássicos do boliche brasileiro.
    Segundo, tenho sempre em mente a pergunta: vc quer resolver o problema ou ter razão? procuro resolver o problema e todos tem caminhado nesta direção, outra vitória.
    Vamos ao que interessa. Já te pedi simulação sobre o ranking formula 1 por E mail, proponho acompanharmos ao longo do tempo. Respondo seu final de mensagem abaixo e quero deixar claro que admiro seu trabalho, paciência, persistência e educação em todo este processo.

    CONCLUSÃO:
    Amigos, tenho lido atentamente tudo que se fala sobre o novo ranking, e cheguei a algumas conclusões:
    a. A maior resistência é pela aparente complexidade do critério, mas, como falei acima, no início pode parecer difícil, mas logo todos assimilarão bem.

    – Concordo, vivo dizendo isto em nossa empresa.

    b. As críticas maiores que aqui são vistas decorrem do abandono das médias de pinos e pelo problema da diferença de pontos entre os boliches, ou seja, pela dificuldade em se aceitar a mudança de paradigmas, absolutamente necessária justamente para que resolvamos os problemas hoje existentes. Se não mudarmos isso, nenhuma mudança valerá.

    – Certo.

    c. Nenhuma das críticas ataca diretamente o novo ranking, ou seja, aparentemente avalia adequadamente a questão técnica, oferecendo uma boa solução para a maior parte dos problemas vivenciados. Como o Bira diz, o difícil é ser imparcial na elaboração do ranking e nós, como humanos, temos dificuldade de achar que estamos perdendo o que achamos ter de bom, ou médias ilusórias por óleos fáceis ou posições irreais decorrentes apenas da participação em maior número de eventos.

    – Concordo. Acho que podemos simplificar dentro desta mesma direção que vc aponta, é o que te sugeri simular em paralelo uma forma mais simples.

    d. Não foi apresentada qualquer solução concreta para o maior problema deste tipo de ranking, que é a diferença de pontos entre boliches (continuo pensando no assunto), tampouco crítica tecnicamente fundamentada sobre o critério adotado.

    – Qualquer ranking sugerido terá este problema, por isto não tem solução para este problema ainda para o seu ranking nem para nenhum outro.

    e. Todas as críticas são pontuais, e não se debruçam sobre os princípios visados pelo novo ranking, como uma das principais finalidades, que é a possibilidade de crescimento do esporte com a inclusão de novos eventos no ranking (e conseqüentemente novos atletas). Não teremos como incentivar isso usando médias em ranking.

    – A minha sugestão também agrega outros eventos no ranking, te expliquei por E mail. Basta diminuir o ponto do 1o e dos seguintes proporcionalmente em eventos de cordinha ou menos importantes, assim como vc sugere.

    f. O debate é fundamental…

    – Certo, este é, sem dúvida, nosso maior ganho em tudo isto. Já disse a vc, não sou contra o ranking, apenas acho que devemos debatê-lo e testá-lo à exaustão, para não ficarmos mudando parâmetros a cada 3 meses. Gosto de novas idéias e de atuar democraticamente.

  29. Valeu Paulo…
    Quando a gente começa a pensar em uma solução,é que percebemos o quão complexo é a elaboração de um ranking nacional,o mais justo e com menos distorções possíveis.
    Confio na sua capacidade e isenção,e caso tenha alguma idéia que possa ajudá-lo, eu a envio para o seu e-mail.
    Grande abraço,
    Márcio

  30. A quem possa interessar.
    Tenho enviado e-mails que retornam com a seguinte mensagem:
    “Erro ao enviar o email para “Bowling Brasil” , “Paulo M. Feijó” , “‘Luiz Afonso Braga *CBBol'”
    A caixa postal do destinatario esta cheia.
    O email foi recusado
    The mailbox is full.
    The email was rejected.”

    Bira

  31. Décio, apenas agora vi suas mensagens. Nos e-mails já conversamos sobre o assunto e acertamos o ranking paralelo. Acho que pelo que já conversamos acho que já deu pra ver que minha intenção não é defender o critério A ou B, e sim tentar encontrar a melhor solução para todos tendo, inclusive, me disposto a elaborar o ranking que vc. propôs. A questão é que tenho pensado no assunto há muito tempo e, assim, acho que já imaginei uma boa quantidade de variáveis, critérios e objetivos, o que me fez chegar a proposta formulada e faz parecer que quero defendê-la. Na verdade até agora só defendi porque não vi nenhuma crítica que desfizesse minhas convicções, e todas estas são devidamente fundamentadas. Aliás, as críticas do Márcio me fizeram repensar dois pontos, um deles, como já dissemos, o problema da diferença entre boliches … vamos pensar.
    Bira, estou com o mesmo problema.
    Abs.
    PMF

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